Giro UD #37: Ronaldo Fenômeno no São Paulo, o mago da bola parada no Fortaleza e mais

Imagem: Divulgação
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Tudo bem com você? Esperamos que sim, e que você esteja física e mentalmente bem durante esta pandemia. Seguindo na torcida para que possamos, em breve, voltar à normalidade.

Mais uma semana está terminando, e com ela, mais um Giro UD está chegando. Se você ainda não conhece, trata-se de um pequeno apanhado com os conteúdos mais legais que encontramos por aí nos últimos dos dias.

Leia também:

Na edição desta semana, uma história pouco conhecida do começo da carreira de Ronaldo Fenômeno, um trabalho silencioso feito pela comissão técnica do Fortaleza e mais.

Esperamos que você curta o que a gente preparou. E já sabe: se puder, fique em casa. Se precisar sair, use máscara, lave bem as mãos e tente manter um distanciamento seguro de outras pessoas. É por você e pelas outras pessoas.

Confira:

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A Copa do Brasil de 2002 colocou na final uma das grandes surpresas da história da competição: o Brasiliense, comandado pela dupla Wellington Dias e Gil Baiano. Em vídeo, o Matheus Schenk, do Non Sense Football relembrou aquela campanha, inclusive a decisão polêmica contra o Corinthians.

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A gente já falou sobre a brilhante geração que a Suécia teve na década de 1940. Em parceria com o OlimpCast, a Trivela contou a história do trio formado por Gunnar Gren, Gunnar Nordahl e Nils Liedholm, que brilhou com a medalha de ouro na Olimpíada de 1948, em Londres. Textaço do Fernando Cesarotti, que manja demais do riscado.

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Ainda nos tempos de São Cristóvão, em 1992, Ronaldo poderia ter ido para o São Paulo. O clube chegou a receber uma oferta: 50% do passe do jovem por US$ 15 mil. Achou caro, disse não, e o então Ronaldinho foi para o Cruzeiro. Milton Neves, em seu blog no UOL, conta um pouco de um início pouco conhecida de uma história que o mundo inteiro conheceria depois.

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Gianni Vio, um ex-bancário italiano, se tornou referência em treinamentos de bola parada na Itália – trabalhou em equipes como Milan, Fiorentina e Cagliari, além da seleção local. Hoje, remotamente, ajuda o Fortaleza a evoluir no fundamento. Quem conta essa história é o André Kfouri, no jornal O Globo.