Giro UD #36: Léo Batista, a origem do Bomba Patch e mais

Imagem: Reprodução
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Oi, tudo bom?

Se você reclama da falta de diversidade na cobertura de futebol na internet, é porque claramente não se ligou ainda no Giro UD, nossa coletânea de conteúdos que vimos por aí a cada semana.

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Você sabe: a ideia é reunir o que pintou de mais interessante em sites diversos para te entreter e informar no fim de semana. Aqui, diferente daquele zagueiro do seu time, a gente não deixa passar nada.

Nesta semana, temos a história do Bomba Patch, a “aposentadoria” de Leó Batista, os times baianos na Série D e muito mais.

OK, não é muuuuuuito mais, mas tem mais coisa legal. Confira:

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A história de Dener vai virar documentário, e uma parte importante da história vai girar ao redor do Mitsubishi Eclipse GS branco no qual o atacante estava quando sofreu seu acidente fatal em 1994, no Rio de Janeiro. Passados 26 anos, os filhos do craque resgataram o carro, que estava até hoje no Rio, e vão reformá-lo. Registro do Raphael Zarko no GE.

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Você certamente já ouviu falar do Bomba Patch, aquelas atualizações frenéticas e impensáveis do Pro Evolution Soccer. Pois bem: o GE resolveu ir a fundo na história do game e contou como uma locadora de Mogi Mirim (SP) e um vereador de Mulungu (PB) ajudaram o game a se tornar o fenômeno que virou. Trabalho nota 10 do PH Nascimento.

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Com 88 anos de idade, 65 anos de TV e 50 anos de Rede Globo, Léo Batista é um dos veteranos mais queridos do jornalismo esportivo brasileiro. E engana-se quem pensa que ele pensa em parar. À coluna da Carla Bittencourt no jornal Extra, Léo Batista fala dos jogos que via na Rede Vida (assim como a gente) e garante: só para quando morrer.

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A Bahia terá três times na Série D do Brasileiro, cuja fase de grupos começa neste final de semana: Vitória da Conquista (Grupo A4), Atlético de Alagoinhas e Bahia de Feira (Grupo A6). No Bahia Notícias, o Leandro Aragão e a Milena Lopes prepararam um guia dos três times para o torneio: campanha das equipes na temporada, elenco, time-base… Vale conferir, ficou bem legal!

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Edinson Cavani pode pintar no Grêmio? Pode até ser, mas antes disso ele passou por Paris Saint-Germain, Napoli e… Palermo. O clube rosa, aliás, é um daqueles que a gente tanto ouviu falar (e nem tem tanto tempo) e, de repente, foram se esconder em divisões inferiores da Itália. No Non Sense Football, o vozeirão do Matheus Schenk relembrou clubes como Palermo, Messina, Reggina, Livorno… Aqui, ó: