Sete seleções estreantes ainda têm chances de ir para a Copa; saiba quais são e por que torcer por elas

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Não conseguimos esconder a frustração há quatro anos. Logo após a definição dos participantes da última Copa do Mundo, o Última Divisão lamentou o baixo número de estreantes no torneio: apenas um, igualando o pior índice em todos os Mundiais. A honraria de debutar em 2014 coube somente à Bósnia, seleção que logo virou nossa xodó e rendeu até uma série de textos especiais.

Nesta semana, as Eliminatórias para a Copa de 2018 entram em sua reta final. Serão mais duas rodadas na Ásia e Oceania; e quatro na América do Sul, zona da Concacaf, África e Europa. Quase tudo será definido até outubro, restando ainda vagas para a repescagem.

Estamos otimistas. Algumas seleções que “bateram na trave” recentemente já estão eliminadas (como Venezuela e Bahrein). A mais persistente de todas, a Finlândia – que disputou 18 Eliminatórias e nunca jogou um Mundial – de novo passou bem longe. Mas separamos sete países nos quais depositamos nossa fé, todos vivos no sonho de alcançar o primeiro Mundial. Confira a história de cada um deles:

Grandes Chances de Classificação

Uzbequistão

A estreia uzbeque em Copas do Mundo está amadurecendo. O desempenho da ex-república soviética nas últimas quatro Eliminatórias mostra que a seleção é uma das mais fortes da Ásia:

  • Eliminatórias para a Copa de 2002 – Ficou a um ponto de disputar a repescagem asiática;
  • Eliminatórias para a Copa de 2006 – Foi derrotada na repescagem asiática para o Bahrein, que depois foi eliminado na repescagem intercontinental;
  • Eliminatórias para a Copa de 2010 – Fez a melhor campanha da primeira fase do torneio e a pior da fase final;
  • Eliminatórias para a Copa de 2014 – Foi derrotada na repescagem asiática para a Jordânia, em uma louca disputa de pênaltis que terminou 9×8.

O histórico de batidas na trave é desanimador, mas desta vez a persistência pode ser recompensada. Não haveria cenário melhor para disputar a primeira Copa: na quase vizinha Rússia, coroando a carreira de experientes jogadores que vestem a camisa nacional desde 2002 – especialmente o meia Server Djeparov, maior ídolo local, eleito duas vezes o craque asiático do ano e hoje ainda atuando em alto nível no futebol iraniano.

Essa é provavelmente a última chance da geração de Djeparov e seus longevos colegas (como o goleiro Nesterov e o goleador Geynrikh, ambos titulares com mais de 30 anos). A classificação direta para o Mundial pode vir no dia 5 de setembro, quando os uzbeques recebem a Coreia do Sul, em sua capital Tashkent, na última rodada do torneio. Antes será imprescindível vencer a já eliminada China, fora de casa.

Situação nas Eliminatórias

O Uzbequistão está a um ponto da Coreia do Sul, com dois jogos a disputar e um confronto direto. Se vencer as duas próximas partidas, estará na Copa. Caso tropece, pode ir para a repescagem ou – em um cenário improvável – amargar a eliminação direta e ser ultrapassado por Síria ou Catar.

Jogos até o término da Fase Final

  • China (fora de casa), em 31/08
  • Coreia do Sul (casa), em 05/09

Palpite UD

Apostamos que a seleção uzbeque vence os dois próximos jogos e vai para a Copa! Se conseguir o feito, mandará a Coreia do Sul (que disputou todos os últimos oito Mundiais) para a repescagem.

Curiosidade

Hoje em baixa, o Bunyodkor foi o mais poderoso clube do futebol uzbeque no fim da última década. Durante o período, chegou a ser treinado por Zico e Felipão, além de ter Rivaldo no elenco.

Islândia

A sensação da Eurocopa de 2016 merece respeito há pelo menos cinco anos: vale lembrar que, antes da histórica campanha do ano passado, os islandeses foram à repescagem nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 e venderam caro a vaga para a Croácia.  

Hoje o país é visto com outros olhos no mundo futebolístico, a ponto de começar as atuais Eliminatórias como uma das forças do equilibrado Grupo H – ao lado dos croatas novamente, além de turcos e ucranianos. Com seis rodadas disputadas, a classificação não deixa dúvidas de que as quatro seleções possuem nível semelhante:

Classificação do Grupo H das Eliminatórias Europeias (6/10 rodadas)

  1. Croácia – 13 pontos (vaga direta na Copa)
  2. Islândia – 13 pontos (vaga na repescagem)
  3. Turquia – 11 pontos
  4. Ucrânia – 11 pontos
  5. Finlândia – 1 ponto
  6. Kosovo – 1 ponto

As próximas quatro rodadas serão repletas de confrontos diretos que decidirão as colocações finais. A boa notícia é que a Islândia possui uma das tabelas mais favoráveis: pega um adversário direto fora de casa (a Turquia), mas recebe outro em seus domínios (a Ucrânia) e tem obrigação de fazer seis pontos diante dos sacos de pancadas Finlândia e Kosovo.

Na Eurocopa de 2016, os islandeses ficaram marcados pelo grito de guerra de sua torcida e a grande festa que fizeram após a surpreendente campanha. Uma Copa no continente europeu é a chance ideal para repetir aquelas cenas.

As maiores estrelas são Aron Gunnarson (volante do Cardiff City), Halfreosson (meia da Udinese) e Sigporsson (atacante do Nantes), entre outros talentos espalhados por equipes medianas de países como Inglaterra, Alemanha, Suíça e Turquia. Caso chegue ao Mundial, a seleção nórdica deve ser encarada com seriedade. E pensar que, há cinco anos, o país era 90° colocado no Ranking da Fifa.

Situação nas Eliminatórias

Está em segundo no Grupo H das Eliminatórias Europeias, muito equilibrado. Precisa secar a líder Croácia, com quem não faz nenhum confronto direto, e somar o máximo de pontos em seus próximos quatro jogos, a maioria bastante acessível. Caso termine em segundo no grupo, provavelmente avançará para a repescagem.

Jogos até o final da Fase de Grupos

  • Finlândia (fora de casa), em 02/09
  • Ucrânia (casa), em 05/09
  • Turquia (fora de casa), em 06/10
  • Kosovo (casa), em 09/10

Palpite UD

Está com cheirinho de Copa! Vamos ser bem otimistas no palpite: a Islândia faz 10 pontos nas últimas quatro rodadas (três vitórias e um empate, com a Turquia). Os croatas fazem 9 (perdem para os mesmos turcos ou talvez os ucranianos, que enfrentam fora de casa). A combinação põe a Islândia no Mundial. Mesmo se o palpite não se cumprir, em uma eventual repescagem os islandeses teriam boas chances se escaparem no sorteio de possíveis rivais perigosos (como Itália, França, Suécia ou Portugal).

Curiosidade

O futebol islandês é um primor de histórias curiosas, já fizemos até uma lista sobre isso. Sem falar quando contamos o caso do pai e filho na mesma seleção e das danças dos jogadores do FC Stjarnan.

Burkina Faso

A seleção argelina foi o grande destaque africano na Copa de 2014. Pouco cotados no início da competição, surpreenderam com jogos duros diante de Bélgica, Rússia e até da campeã Alemanha. Nessa hora poucos se lembraram como a classificação da equipe foi suada nas Eliminatórias: ela veio em um equilibrado playoff contra Burkina Faso, no qual a Argélia avançou apenas pela regra dos gols marcados fora de casa. E o lance decisivo ainda foi bastante inusitado.

Quem acompanha futebol africano sabe que os burquinenses têm feito campanhas marcantes há algum tempo. Nas Eliminatórias da Copa de 2010 venceram todos os adversários da fase final, com exceção da Costa do Marfim (para quem perderam a vaga). Participaram das últimas cinco Copas Africanas de Nações e chegaram entre os quatro melhores duas vezes (semifinalistas em 2017 e vice-campeões em 2013).

O zagueiro Bakary Koné (ex-Lyon, hoje no Strasbourg) e o jovem atacante Bertrand Traoré (com passagens por Chelsea e Ajax, atualmente no Lyon) são os nomes mais famosos do time atual, mas diversos outros atletas atuam por ligas europeias ou nos campeonatos Egípcio e Sul-africano (os mais fortes da África).

Situação nas Eliminatórias

Lidera o Grupo D na Fase Final das Eliminatórias Africanas, empatado em pontos com a África do Sul e um à frente de Senegal. Apenas dois jogos foram disputados, faltando quatro rodadas para o fim do quadrangular. Somente o primeiro colocado irá ao Mundial e a vaga deve ficar entre as três seleções, já que Cabo Verde segura a lanterna sem pontuar.

Jogos até o término da Fase Final

  • Senegal (fora de casa), em 02/09
  • Senegal (casa), em 05/09
  • África do Sul (fora de casa), em 02/10
  • Cabo Verde (casa), em 06/11

Palpite UD

A chave é equilibrada e ainda falta mais da metade do quadrangular. Mas confiamos no bom momento burquinense (desde uma derrota para o Marrocos, em janeiro de 2017, a seleção não perde para um adversário africano). Nossa aposta é em classificação para a Copa!

Curiosidade

Nos últimos dois anos, o Londrina contou em seu elenco com o jovem atacante burquinense Yaya Banhoro, que inclusive já foi convocado pela seleção local. Segundo a imprensa do país africano, Banhoro assinou um contrato com o Santos e seguirá no Brasil. O site do clube praiano, porém, não o menciona nem no elenco principal e nem no do Santos B (que disputa a Copa Paulista).

Gabão 

Se Gabão não for para a Copa, o torneio estará desfalcado de um dos jogadores mais importantes da atualidade. Estamos falando de Pierre-Emerick Aubameyang, uma das maiores estrelas do Borussia Dortmund e artilheiro da última Bundesliga. Filho de Pierre Aubameyang, outro ídolo do futebol gabonês, ele é possivelmente o principal atleta africano do momento, condição que logo credencia seu país a sonhar alto.

N’Dong (meia do Sunderland) e Bruno Manga (zagueiro do Cardiff City) são outros nomes importantes em uma seleção promissora. O time é reconhecido com um dos melhores do continente há alguns anos, mas os resultados nem sempre justificam a fama. Duas decepções marcaram as últimas temporadas, com campanhas pífias nas edições de 2012 e 2017 da Copa Africana de Nações – ambas disputadas em gramados gaboneses.

As atuais Eliminatórias são a oportunidade perfeita para uma redenção. O país chegou à fase final e luta por vaga em um grupo bastante equilibrado, com Costa do Marfim, Marrocos e Mali.

Situação nas Eliminatórias

Está em terceiro no Grupo C da Fase Final, com dois jogos disputados (de seis). Precisará tirar a diferença de dois pontos para a líder Costa do Marfim no confronto direto. A chave ainda tem Marrocos e Mali. Apenas o primeiro colocado irá ao Mundial.

 

Jogos até o término da Fase Final

  • Costa do Marfim (fora de casa), em 02/09
  • Costa do Marfim (casa), em 05/09
  • Marrocos (fora de casa), em 02/10
  • Mali (casa), em 06/11

Palpite UD

A chave é muito equilibrada e será fundamental não perder para a Costa do Marfim no próximo confronto, fora de casa. Por ter jogadores em boa fase, o Gabão pode surpreender e ficar com a vaga. Vamos apostar nisso.

Curiosidade 

O Gabão possui um dos estádios mais modernos da África, o Stade l’Amitié, na capital Libreville. A inauguração, em 2012, foi marcada por um amistoso da seleção local contra o Brasil – que venceu com gols de Sandro e Hernanes.


Chances Medianas

Panamá

Mais um caso de grande geração que terá a última oportunidade de levar seu país ao Mundial. Dos 22 convocados pela seleção panamenha para as próximas rodadas das Eliminatórias, nove jogadores têm mais de 30 anos. Essa base conquistou grandes feitos (teve chances reais de vencer a Copa Ouro em 2013, quando caiu na final diante dos Estados Unidos), mas só uma Copa do Mundo conseguirá mudar o patamar do futebol local.

A não-classificação para a última Copa foi traumática. O Panamá vencia a seleção americana por 2 a 1 até os 45 minutos do segundo tempo na última rodada do Hexagonal Final. Com o triunfo, diante da torcida, o país eliminava o México e disputaria a repescagem intercontinental contra a fraca Nova Zelândia, com amplo favoritismo. Foi quando o sonho desmoronou e, nos acréscimos, los canaleros (apelido da seleção panemanha por conta do famoso Canal que corta o país) sofreram dois gols devastadores. Estiveram “a un minuto de la glória” e perderam tudo.

Aquela foi a única oportunidade em que os panamenhos estiverem realmente próximos (e como estavam!) de jogar o maior torneio de seleções do planeta. A chance pode surgir novamente neste ano, mas, para isso, será necessário ter um desempenho quase perfeito nas próximas rodadas, que incluem partidas fora de casa contra México e Estados Unidos.

Dificilmente mexicanos e costarriquenhos perderão vagas diretas para a Copa. A esperança é que os americanos, em fase irregular, deixem escapar a terceira colocação, que também garante lugar na Rússia. A quarta vaga, que leva a uma repescagem contra um representante asiático, está ao alcance de Panamá e Honduras – com Trinidad e Tobago correndo por fora.

Apenas dois jogadores, entre os últimos 22 convocados, atuam no Campeonato Panamenho. A grande estrela é o veterano atacante Blas Perez, grande destaque do colombiano Cúcuta Deportivo quando foi semifinalista da Libertadores de 2007. 

Situação nas Eliminatórias

Está em quarto no Hexagonal Final da Concacaf, posição que levaria para a repescagem contra um representante da Ásia. Os concorrentes mais diretos são os Estados Unidos (atual terceiro colocado, posto que daria vaga direta para a Copa) e Honduras (que tem três pontos a menos e não faz mais confrontos diretos com os panamenhos).

Jogos até o fim do Hexagonal

  • México (fora de casa), em 01/09
  • Trinidad e Tobago (casa), em 05/09
  • Estados Unidos (fora de casa), em 06/10
  • Costa Rica (casa), em 10/10

Palpite UD

Termina o Hexagonal Final em quarto e vai para a repescagem contra uma equipe da Ásia. Os adversários mais prováveis seriam Uzbequistão, Coreia do Sul, Austrália, Arábia Saudita ou Japão. Em todos os confrontos (com exceção da seleção uzbeque), o Panamá seria zebra. Pelo nosso palpite, não vai para a Copa :(

Curiosidade

Companheiro de Blas Perez no SC Municipal da Guatemala, o zagueiro Felipe Baloy, de 36 anos, é figura conhecida de duas grandes torcidas brasileiras. Ele atuou no Grêmio (quando o clube foi rebaixado no Brasileiro, em 2004) e depois no Atlético-PR (em 2005, ano que o Furacão foi vice da Libertadores).

Montenegro

Sete países hoje existem no território que até 1990 era ocupado pela Iugoslávia: Sérvia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Eslovênia, Macedônia, Kosovo e Montenegro. Dentre eles, apenas os três últimos ainda não conseguiram vaga para uma Copa do Mundo como nação independente. Os montenegrinos (que ainda jogaram o Mundial 2006 como Sérvia e Montenegro, justamente no ano de sua independência) têm chances reais de conseguir o feito em 2018.

O pequeno país, cujo território é menor que Sergipe e a população é comparável à de São José dos Campos (SP), hoje está à frente das tradicionais Dinamarca e Romênia em sua chave nas Eliminatórias Europeias. Os romenos estão quase descartados nessa disputa, enquanto os dinamarqueses devem ser os rivais diretos na briga por uma vaga na repescagem continental.

Em sua curta história, a seleção montenegrina já disputou uma repescagem: por uma vaga na Eurocopa de 2012, quando foi facilmente batida pela República Tcheca. Para ter uma nova chance, a equipe terá que conseguir um grande aproveitamento nas quatro partidas que ainda restam e torcer por um sorteio favorável em um eventual playoff.

Os nomes mais conhecidos da seleção são o atacante Stevan Jovetic, do Monaco, e o zagueiro Stefan Savic, do Atlético de Madrid.

Haksanbanovic (meia do West Ham); Bakic e Vulckevic (ambos meio-campistas do Braga); Marusic (lateral da Lazio) e Petkovic (goleiro do Lorient) são outros atletas em grandes ligas europeias – nenhum com grande destaque, é verdade.

Situação nas Eliminatórias

Está em segundo no Grupo E das Eliminatórias Europeias. A seis pontos da líder Polônia e com a mesma pontuação da Dinamarca. Apenas os oito melhores segundos colocados, dos nove grupos, avançam para a repescagem. Montenegro é hoje o pior vice-líder, portanto precisa fazer uma campanha quase perfeita para superar os dinamarqueses e conseguir lugar nos playoffs.

Jogos até o final da Fase de Grupos

  • Cazaquistão (fora de casa), em 01/09
  • Romênia (casa), em 04/09
  • Dinamarca (casa), em 05/10
  • Polônia (fora de casa), em 08/10

Palpite UD

A baixa pontuação até aqui (10 pontos em 6 jogos), deixa Montenegro em situação complicada para se garantir entre os oito melhores segundos colocados. A aposta é que vença Cazaquistão e Romênia, mas no máximo empate com Dinamarca e Polônia. Assim, não teria chances de ir para a Copa.

Curiosidade

Em duas Eliminatórias recentes que disputou, Montenegro caiu na chave da Inglaterra: na classificação para a Eurocopa de 2012 e da Copa do Mundo de 2014. Apesar da diferença de patamar entre as duas seleções, os montenegrinos conseguiram um desempenho bastante honroso nos quatro jogos contra os ingleses. Foram três empates e apenas uma derrota (4 a 1 em Wembley, em outubro de 2013).

Uganda

Forte entre as décadas de 60 e 70, quando chegou a disputar a final da Copa Africana de Nações, a seleção de Uganda há tempos não está entre as mais badaladas do continente. Além do fraco histórico em competições recentes, pesa a falta de nomes de destaque – quase todos os atletas atuam em ligas africanas ou em campeonatos de segunda linha, como o Libanês e o Vietnamita.

Um dos poucos ugandenses jogando na Europa é o jovem atacante Farouk Miya, de 19 anos, reserva no belga Standard Liège. As credenciais parecem poucas para bater de frente com rivais como Gana e Egito na Fase Final das Eliminatórias Africanas, mas o azarão do grupo pode surpreender. Se conseguir, seria, sem dúvidas, a seleção mais improvável na Copa de 2018.

Situação nas Eliminatórias

Está em segundo no Grupo E da Fase Final, com dois jogos disputados (de seis). O Egito lidera com seis, dois a mais que os ugandenses. Gana (com um ponto) e Congo (zero) completam a chave.

Jogos até o término da Fase Final

  • Egito (casa), em 31/08
  • Egito (fora), em 05/09
  • Gana (casa), em 02/10
  • Congo (fora), em 06/11

Palpite UD

Se vencer o Egito, no próximo jogo (em casa), Uganda assume a liderança da chave. Pode ser uma injeção de ânimo importante, mas ainda assim a seleção é muito mais fraca que as concorrentes. A torcida é grande, porém a análise é que não estará na Copa

Curiosidade

O vice-campeonato na Copa das Nações Africanas de 1978 é o maior momento da história do futebol ugandense. O feito veio em um momento conturbado da política do país, que, entre 1971 e 1979, viveu sob o nefasto regime do ditador Idi Amin, tido como um dos mais violentos da história. Jogadores daquela seleção lutaram na guerra civil para destituir Amin – um deles, Fred Isabirye, inclusive teria morrido nos conflitos.


Chances Pequenas ou Remotas

Chances pequenas

  • África: Zâmbia, Mali, Cabo Verde, Congo, Guiné e Líbia

(A República Democrática do Congo, atual líder de seu grupo e em grande fase, pode disputar a primeira Copa com esse nome. Mas o mesmo país já disputou o Mundial de 1974 como Zaire, não seria estreante)

Chances muito remotas

  • Ásia: Síria e Catar (que, na pior das hipóteses, estreará em Copas em 2022, quando sediará o Mundial);
  • Oceania: Ilhas Salomão;
  • Europa: Bielorrúsia, Ilhas Faroe, Andorra, Letônia, Azerbaijão, Geórgia, Moldávia, Armênia, Cazaquistão, Lituânia, Albânia, Chipre, Estônia e Gibraltar.
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