Goleiro Bruno já acumula histórias bizarras no Acre

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Nos últimos anos, o goleiro Bruno tentou voltar a jogar futebol diversas vezes. Montes Claros, Boa Esporte, Poços de Caldas, Operário-MT, São Mateus, Barbalha e Fluminense de Feira mostraram interesse ou até assinaram contrato com o jogador, condenado pelo homicídio de Eliza Samudio. Mas problemas com patrocinadores, torcedores ou até com a Justiça impediram que isso fosse longe. Em alguns casos ele até entrou em campo, mas fez poucas partidas. Parece que isso vai mudar na trajetória dele pelo Rio Branco, do Acre. Bruno já fez 2 jogos pelo estadual, deve disputar a Série D e tem acumulado histórias bizarras, como era de se esperar.

Um dia antes do 1º jogo pelo Rio Branco, foi anunciado que Bruno seria o capitão do time. Mas no dia da partida, isso mudou. O técnico João Mota disse que voltou atrás por causa da repercussão negativa. Ninguém entendeu nada, afinal a repercussão negativa já tinha acontecido desde que o Rio Branco contratou o jogador.

Na partida, deu quase tudo certo pro Bruno. Ele não sofreu gols e viu o time derrotar o Náuas, por 2 a 0. Até precisou de atendimento médico, após uma dividida, mas não foi grave. O único problema ocorreu quando ele quis bater um pênalti. O goleiro atravessou o campo para fazer a cobrança. Mas o atacante Wandinho não deixou. E chutou pra fora.

Fora do jogo, um caso bizarro: uma criança foi até o estádio para pedir uma foto com Bruno, dizendo ser fã. Depois da partida, Bruno foi até o garoto e tirou foto com ele. Até postou imagens do encontro no Instagram.

 

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No segundo jogo, contra o Vasco-AC, nem tudo deu certo. Bruno sofreu o primeiro gol após uma falha feia. Mas o time dele venceu de goleada, com um placar imponente: 7 a 1!

Em 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão. Porém, ele obteve a progressão de pena e está em regime semiaberto desde julho de 2019.