Giro UD #5: Alavés no Brasil, camisa a R$ 18 e mais

Imagem: Divulgação
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Você já conhece e ama o Giro UD, né?

Mais uma semana está acabando, e nós trazemos aqui o que de mais estupefaciente e/ou estrepitoso foi visto por estas bandas da rede mundial de computadores. O objetivo, é claro, é manter elevada sua satisfação sobre o futebol.

Antes, vale repassar as edições anteriores:

Leia também:


Agora, o que reunimos nesta semana:

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  • O Dia do Atleta Profissional é celebrado no Brasil em 10 de janeiro. E o site da Federação Paulista de Futebol procurou a ex-zagueira Aline Pelegrino, atual diretora de futebol feminino da entidade para relembrar as duas carreiras – dentro e fora de campo – na data.

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  • O Alavés, da primeira divisão espanhola, já comanda “filiais” no Japão e na Croácia. O próximo alvo? A América do Sul. Especificamente, o Brasil. A ideia não é comprar um clube aqui, mas buscar um parceiro para desenvolver atletas – ou, pelo menos, é o que eles dizem. Luiz Felipe Castro, no site da Veja, conta melhor essa história.

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  • Não está fácil pagar R$ 250 na camisa nova de seu time, certo? Por isso, o Doce Mel, clube que disputa a primeira divisão do Campeonato Baiano, resolveu dar uma forcinha e colocou à venda uma camisa que custa R$ 18. Feita com um tecido diferente, mas com o desenho da oficial, é a alternativa que o clube encontrou para chegar ao público. De quebra, ainda ajuda a combater a pirataria com um produto oficial. Registro do Leonardo Aragão no Bahia Notícias.

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  • Marcos tem 20 anos, mas só tem oficialmente esse nome há dois, graças à Lei de Identidade de Gênero em vigor na Argentina. Hoje, ele é o primeiro homem transgênero jogando em uma equipe de futebol do país – no caso, o Unión del Suburbio, que disputa a Liga Departamental de Fútbol de Gualeguaychú. No La Nación, Ayelén Pujol conta a história dele.

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  • A Europa está descobrindo – já não sem tempo – que o futebol mundial vive uma fase de grande desequilíbrio econômico, na qual poucos gigantes concentrando muito dinheiro e monopolizam resultados. Como chegamos até aqui? No jornal britânico The Independent, Miguel Delaney analisa as principais ligas europeias para responder essa questão. E deixa o tom de alerta: as grandes competições de futebol correm risco.