Giro UD #3: “Fala, Zezé”, transgêneros no futebol, Auschwitz e mais

M. Heuer/DW
0 121

Você aí!

É, você!

Tudo pronto para lembrar tudo que de mais interessante, curioso, engraçado, arrepiante e/ou comovente foi publicado na REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES ao longo da semana?

Leia também:

É o Giro UD, que chega a sua terceira edição! Confira:

 


 

  • Igor Julião, lateral direito do Fluminense, escreveu ao jornal O Globo uma bonita crônica. No texto, cita as inseguranças da trajetória do jogador de futebol, entre o sol e a escuridão, entre o glamour e o lado menos brilhante. O garoto é bom.

  • O cruzeirense Anderson Alvarenga ainda anda descontente com o 2019 de Thiago Neves. E mesmo com o meia já fora do clube, resolveu “homenageá-lo” com um game inspirado no agora jogador do Grêmio – em especial, no famoso áudio enviado a Zezé Perrella, gestor de futebol do Cruzeiro em 2019. Hugo Lobão conta essa história no Hoje em Dia.

  • Marcela brilhou como jogadora de futsal. No campo, foi campeã brasileira com o Corinthians. Agora, aos 31 anos, trouxe ao público sua história. Não se vê como Marcela, mas como Marcelo. No GloboEsporte.com, o próprio Marcelo conta sua história, em reportagem de Joanna de Assis.

  • Aos 23 anos, Moisés, atacante do Concórdia, é um dos destaques do início do Campeonato Catarinense. Só que sua história é um pouco diferente: sem passagens por categorias de base, atuava no futebol amador até o ano passado, quando foi contratado pelo Hercílio Luz. O Diário do Iguaçu conta a história.

  • A libertação dos prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz completou 75 anos no dia 27 de janeiro. No site de Deutsche Welle, o craque Gerd Wenzel conta a história de como o futebol fazia parte do cotidiano de um dos cenários mais emblemáticos da Segunda Guerra Mundial.