Giro UD #29: Alan Ruschel, Neto no Carandiru, hegemonias europeias e mais

Imagem: Divulgação
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Chegamos ao fim de mais uma semana. E para sorrir em tempos de pandemia, o Última Divisão traz mais uma edição do Giro UD.

Se você ainda não sabe do que se trata, a gente explica de novo. Navegamos pela internet ao longo da semana e reunimos aqui o que encontramos de mais legal por aí, para te oferecer um conteúdo interessante para o fim de semana.

Leia também:

Na edição 29, o Giro UD traz uma análise sobre o novo papel de Alan Ruschel na Chapecoense, o jogo que Neto (isso, esse da Band) disputou em um presídio, uma análise sobre a concentração de poder no futebol europeu, uma entrevista com Rafael Tolói e um olhar mais aprofundado sobre o Paris FC – sobre o qual, se tudo der certo, logo ouviremos falar com mais frequência.

Confira:

Sobrevivente da tragédia da Chapecoense em 2016, Alan Ruschel tem um papel fundamental no clube em 2020. Capitão em campo, o lateral tenta ser uma liderança junto ao elenco para ajudar a superar a crise da Chape, trabalhando inclusive como um intermediário junto à diretoria. Material bem legal do Eduardo Florão no Globoesporte.com.

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Não é impressão: a Europa tem um número cada vez menor de campeões nas principais ligas nacionais do continente. Mas como chegamos a este cenário? E como evitar que isso se torne um problema ainda maior? João Pedro Fonseca, em O Globo, se debruçou sobre as questões.

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Em 1991, quando jogava no Corinthians, Neto reforçou o Milionários (um time de jogadores e ex-jogadores) em um amistoso inusitado: contra a seleção do presídio do Carandiru, em São Paulo. O Milionário venceu por 2 a 0, gols do próprio Neto, mas não teve vida fácil. O hoje comentarista e apresentador relembrou a história em seu canal no YouTube, e o portal da Band registrou a história.

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É comum ver jogador brasileiro que atua na Europa falando de voltar ao clube que o revelou. Mas vale a pena ver a entrevista que Arthur Barcelos fez com Rafael Tolói, da Atalanta, para a rádio Sagres 730 AM. “Tenho certeza que, não fosse o Goiás, hoje não estaria aqui e, por isso, expresso todo esse sentimento que tenho pelo clube”, afirmou o zagueiro.

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Pouca gente se atentou, mas o futebol francês ganhou nesta semana um candidato a emergente: o Paris FC, clube que brigou contra o rebaixamento na Ligue 2 durante a temporada 2019/2020 (e que deu origem ao Paris Saint-Germain). Em seu blog no UOL, Rafael Reis explica como o dinheiro do Bahrein quer fazer o segundo time da capital francesa voar alto.