Giro UD #20: Lothar Matthäus, derrotas da Seleção, Vadão e mais

Imagem: XV de Piracicaba, via FPF
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O futebol perdeu nesta semana o técnico Oswaldo Alvarez, vítima de um câncer aos 63 anos. Vadão ficou marcado nos últimos anos pelas passagens pela Seleção feminina, que comandou de 2014 a 2016 e de 2017 a 2019.

Mas as diversas críticas recebidas por Vadão neste período não apagam páginas vitoriosas da carreira do treinador. E a gente lembra desse e de outros assuntos no Giro UD desta semana.

Leia também:

A notícia da partida de Vadão foi a mais importante da semana por aqui, mas certamente não a única. Por isso, no nosso boletim, lembramos também a passagem de Lothar Matthäus pelo Atlético-PR e algumas derrotas menos conhecidas da seleção brasileira

Confira:

Vadão surpreendeu o futebol paulista no começo dos anos 90, graças ao “Carrossel Caipira” do Mogi Mirim que misturava a eficiência da Dinamarca campeã da Eurocopa de 1992 com a dinâmica da Holanda de 1974/1978. Em 1995, o técnico levou o XV de Piracicaba ao título da Série C do Campeonato Brasileiro. No site da Federação Paulista de Futebol, jogadores que fizeram parte daquela campanha – como o goleiro Cristiano, o volante Carlão e o meia Cléber Gaúcho – deram depoimentos sobre o ex-técnico.

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Ninguém esquece a rápida passagem de Lothar Matthäus pelo Atlético-PR. Foram apenas oito jogos, sem derrotas, mas o técnico alemão marcou torcedores, jogadores e dirigentes. E em entrevista a André Donke, da ESPN Brasil, o próprio Matthäus lembra aquela passagem e pede desculpas ao clube.

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Lembrar de derrota do Brasil para a França ou para a Alemanha, convenhamos, é fácil. Difícil é lembrar de derrotas para Atlético-MG, Arsenal e Santa Cruz. No Blog 4-3-3, o Leonardo Tudela del Mastre lembrou alguns desses jogos – e deixou claro que é apenas a primeira parte de uma lista.

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Tem um jogo da seleção que você provavelmente conhece e que certamente vai aparecer na lista ali mais adiante: a derrota para a seleção da Úmbria por 1 a 0 antes da Copa do Mundo de 1990. Pois bem: o Globoesporte.com encontrou Luca di Matteo, então zagueiro da terceira divisão italiana, incumbido da tarefa de marcar Romário naquela partida. Em depoimento a Felipe Barbalho e Rafael Abduche, Di Matteo lembra o dia em que, aos 18 anos, levou a melhor sobre um dos maiores jogadores da história

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Mas por falar em seleções aleatórias, muita gente já deve ter feito aquela brincadeira de “convocar” seleções de jogadores com base nos estados de nascença, certo? No Lance!, a galera fez com alguns times de responsa – e outras bem aleatórias.

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O Gama ficou marcado pela batalha jurídica que levou à criação da Copa João Havelange de 2000, mas pouca gente se lembra que o clube também foi para os tribunais por causa da Copa do Brasil de 2004. Depois de eliminar o Paranavaí em campo, precisou vencer também no STJD. O Gabriel Caetano relembra essa história no Distrito do Esporte.