Enfim, uma seleção apenas com jogadores de nomes palíndromos

Imagem: blickpixel/Pixabay
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Não faça essa cara aí de espanto.

Não tente nos enganar.

A gente sabe que você já fez lista parecida na sua cabeça.

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O Última Divisão levou muito tempo (é sério), mas finalmente conseguiu montar a seleção que você sempre imaginou: a de jogadores com nomes palíndromos.

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A cada vez que alguém lembrava que o nome do Réver ou do Reinier podem ser lidos de trás para frente da mesma forma que são lidos no sentido original, essa discussão vinha à tona.

(Como assim, “não vinha”? Claro que vinha!)

Então, nossa equipe de palindromistas começou a buscar nomes de jogadores de destaque, até formar um time, com técnico e tudo. Um time pra lá de razoável, aliás.

Como já era de se esperar, é uma seleção com alguns improvisos. O meio-campo tem três jogadores que atuam pelo mesmo lado do campo e a lateral esquerda tem um daqueles jogadores que são um pouco lateral, um pouco zagueiro, certamente as duas coisas.

Ainda assim, é uma escalação que não faria feio contra o time de jogadores com nomes de bichos, ou a seleção de craques com nomes de comida.

Confira a lista:

G. David AUA (PNG)

Fez carreira em clubes da Papua Nova Guiné, tendo como auge o título da Liga dos Campeões da Oceania em 2010 pelo Hekari United. Fez parte do elenco que disputou o Mundial de Clubes naquele ano.

LD. Massimo ODDO (ITA)

Viveu seu auge entre 2002 e 2012, vestindo as camisas de Lazio e Milan. Em 2006, venceu a Copa do Mundo com a Itália. No ano seguinte, foi campeão da Liga dos Campeões e do Mundial de Clubes.

Z. RÉVER (BRA)

Campeão da Copa do Brasil em 2005 pelo Paulista, fez carreira em clubes como Internacional, Atlético-MG, Flamengo e Grêmio. Em 2013, foi campeão da Libertadores pelo Galo e da Copa das Confederações pela seleção brasileira.

Z. NATAN (BRA)

Com passagens por Rio Branco (SP) e Ponte Preta nas categorias de base, profissionalizou-se pelo Flamengo. Em 2021, foi emprestado ao Red Bull Bragantino. Chegou a ser convocado para a seleção sub-20 em 2020, mas acabou dispensado a pedido do Flamengo.

LE. Jonny OTTO (ESP)

Revelado pelo Celta de Vigo, chegou em 2018 ao Wolverhampton e rapidamente se firmou. Naquele ano, ganhou suas primeiras oportunidades na seleção espanhola. Pode atual como zagueiro ou lateral.

V. Garba LAWAL (NIG)

Um dos grandes nomes do meio-campo da Nigéria a partir da segunda metade da década de 90, atuava principalmente pela esquerda, mas aqui foi recuado para atuar como volante. Foi medalha de ouro na Olimpíada de 1996 e disputou duas Copas do Mundo (1998 e 2002).

M. Shinji ONO (JAP)

O meio-campista fez uma carreira sólida em clubes do Japão, e não fez feio quando atuou na Europa – fez parte do Feyenoord campeão da Copa da Uefa em 2002. Disputou três Copas do Mundo (1998, 2002 e 2006) e foi vice-campeão da Copa das Confederações de 2001.

M. Sheyi OJO (ING)

Campeão mundial sub-17 com a Inglaterra em 2017, passou por diversas seleções inglesas de base, mas ainda não se firmou como profissional. Atleta do Liverpool, tem passagens por empréstimo por diversos clubes. Destaca-se no apoio ao ataque.

MA. Hasan SAS (TUR)

Ídolo do Galatasaray na virada do século, defendeu a seleção da Turquia de 1998 e 2006, inclusive na Copa de 2002 – acabou entrando na seleção do torneio. Podia jogar como meia e como atacante.

A. REINIER (BRA)

O maior nome desta seleção – pelo menos em número de letras. Com passagens pelos quatro principais clubes do Rio na base, foi negociado ainda jovem com o Real Madrid, que o emprestou ao Borussia Dortmund. Presença constante nas seleções brasileiras de base, sabe ocupar bem a entrada da área.

A. Marcelo SALAS (CHI)

Talvez o grande craque da seleção dos palíndromos. Brilhou com as camisas de Universidad de Chile, River Plate, Lazio e Juventus. Centroavante de alto nível, finalizador como poucos, vestiu a camisa da seleção do Chile na Copa do Mundo de 1998 e em duas edições da Copa América (1995 e 1998).

TEC. Radoslav LÁTAL (TCH)

Ex-jogador do Schalke 04, entre outros clubes, e das seleções de Tchecoslováquia e República Tcheca, tem feito carreira como treinador em times de países como Tchéquia, Polônia, Belarus e Eslováquia. Até aqui, apenas resultados discretos, como a Copa da Eslováquia e a Supercopa de Belarus.

Assim, o time teria:

PALÍNDROMOS: Aua; Oddo, Réver, Natan e Otto; Lawal, Ono e Ojo; Sas; Reinier e Salas. TÉCNICO: Látal

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