[Anões Olímpicos] Guiana: a história olímpica de uma parte esquecida da América do Sul

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Raramente nos lembramos de que uma parte da América do Sul não fala nem espanhol e nem português. Nessa região esquecida, entre a Amazônia e o Mar do Caribe, a maior “potência olímpica” é o Suriname, que acumula duas medalhas em sua história – ambas conquistadas pelo pelo nadador Anthony Nesty, na prova dos 100m borboleta (ouro em Seul-1988 e bronze em Barcelona-1992).

Apesar de nunca ter contado com um atleta de renome como Nesty, a Guiana que fala inglês também já provou o sabor de um pódio olímpico e viu sua bandeira pentacolor ganhar destaque internacional.

Em Moscou-1980, o boxeador Michael Anthony, xará do baixista do Van Hallen, ficou com bronze na categoria abaixo dos 54kg. Em sua campanha, ele superou adversários de Nigéria, Síria e México e caiu para o cubano Juan Hernandez na semifinal.

Após o feito, Anthony se profissionalizou e obteve bons resultados nos começo da nova fase , chegando a permanecer 3 anos invicto.

Anthony (dando o soco) chegou a se profissionalizar
Anthony (dando o soco) chegou a se profissionalizar

A série Anões Olímpicos conta a história dos 26 países que conquistaram apenas uma medalha na história olímpica entre 1896 e 2012. Os textos são reedições atualizadas do post O que esses caras estão fazendo nesse blog?, publicado por Diego Freire, em 2012. Para ler as outras reportagens da série, CLIQUE AQUI.

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