[Anões Olímpicos] Djibuti também chegou lá

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Com Ahmed Salah, Djibuti honrou a tradição dos países do Chifre da África em provas de fundo
Com Ahmed Salah, Djibuti honrou a tradição dos países do Chifre da África em provas de fundo

Djibuti, um minúsculo país africano onde se masca muito khat e o calor obriga a população a fazer siestas diárias de até 3 horas e meia, obteve independência da França apenas em 1977 e participa dos Jogos Olímpicos desde 1984.

Vizinhos da tradicional Etiópia, nação que detém o maior número de pódios olímpicos nas provas de maratona, os djibutianos comprovaram a força da região na modalidade e também consagraram um herói olímpico, mesmo com apenas 500 mil habitantes.

Hussein Ahmed Salah protagonizou a glória solitária do país em Seul-1988, quando foi o terceiro colocado da maratona, atrás de um queniano e um italiano. O feito rende homenagens até hoje – a maior delas aconteceu em Pequim-2008,  quando Salah, com 51 anos, foi o porta-bandeira da delegação do país.

Ao longo da vitoriosa carreira, o ex-atleta conquistou ainda duas medalhas de prata em Mundiais de Atletismo e subiu no pódio em algumas das maratonas mais importantes do mundo, como Paris, Viena e Roterdã.

A série Anões Olímpicos conta a história dos 26 países que conquistaram apenas uma medalha na história olímpica entre 1896 e 2012. Os textos são reedições atualizadas do post O que esses caras estão fazendo nesse blog?, publicado por Diego Freire, em 2012. Para ler as outras reportagens da série, CLIQUE AQUI.

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