Amaral na Fazenda 2015: veja 13 histórias e deixe ele ficar (e ganhar!)

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Obs: esse texto foi escrito antes da eliminação do Amaral, que aconteceu na primeira semana do programa. Ou seja, 8 a 1 para a Alemanha

Ver ex-jogadores de futebol no reality show “A Fazenda” não é mais novidade. Viola, Dinei e Paulo Nunes já participaram em edições anteriores. Mas em 2015, a escolha da Record foi a melhor possível: o ex-volante Amaral já está participando do programa, que começou na semana passada.

Em pouco tempo, Amaral mostrou que pode brilhar. Soltou pérolas ao cantar o Hino Nacional e também tentou dançar Rouge de forma hilária.

Acreditem: Amaral pode ser ainda melhor. Basta conhecer as histórias da sua carreira para ter certeza que ele precisa ser mantido no programa até o final.

Coveiro?

Amaral sempre carregou o apelido de “Coveiro”, mas na prática nunca teve essa profissão. Na adolescência, ele trabalhou como carteiro, faxineiro e depois agente de uma funerária, o que bastou para lhe render ótimas histórias. Ele já disse que tomou sustos e até roubava os caixões – certa vez, pegou uvas que foram colocados por chineses junto a um corpo e levou para dar a sua mãe, que descobriu e ficou furiosa com Amaral.

Coitada da mãe

Amaral realmente não perdoava nem a mãe em suas piadas. Quando estava no Palmeiras, surgiu uma onde de sequestros de mães dos jogadores. Muitos deles estavam até contratando seguranças. Amaral fez apenas uma reunião em família e pediu: “se os ladrões vierem, a senhora se joga no chão, porque eles não vão conseguir carregar”. A mãe de Amaral tinha bem mais de 100 kg.

Lesão no olho

O olho torto também rende muitas piadas com Amaral. Quando ele estava no Palmeiras, tentaram fazer uma cirurgia para corrigir o problema, mas o olho caiu novamente depois de um mês. Tudo bem. Ele mesmo costuma fazer brincadeiras e diz que isso já gerou situações engraçadas, como em um jogo pelo Palmeiras no Japão. Após sofrer uma entrada mais dura, Amaral ficou no gramado reclamando de dor. O adversário viu a situação e chamou o atendimento desesperado. O médico correu para jogar água no rosto do jogador, achando que a lesão era o olho torto.

Tiro do Edilson

Que amizade "bonita"
Que amizade “bonita”

Quando chegou no Palmeiras, Amaral nem tinha um lugar para morar e ficava no alojamento embaixo do Palestra Itália. O atacante Edilson resolveu ajudar, convidou Amaral para dormir em sua casa, mas isso quase resultou em acidente. Quando Amaral teve pesadelos durante a noite, Edilson entrou armado no quarto e quase atirou, achando que era um ladrão atacando o amigo.

Compras no avião

E a melhor piada dos palmeirenses com Amaral aconteceu no primeiro voo do volante. César Sampaio sentou ao lado do volante e, quando eles pediram refrigerante para a aeromoça, disse que era preciso pagar em dinheiro vivo. Amaral não tinha naquele momento, então César disse que havia um caixa eletrônico no fundo da aeronave. Amaral foi até lá, procurou perto dos banheiros e ainda perguntou para a aeromoça onde era a máquina.

Forró do Gerson

Após uma vitória contra o Sport, os jogadores quiseram sair para comemorar, então Amaral deu uma ideia: ir no Forró do Gérson, que ele tinha visto mais cedo e estava lotado. Todos pegaram táxis, foram até lá, mas na verdade tratava-se de uma loja de materiais de construção. O nome era “Forro e Gesso”. É claro que Amaral teve que pagar o táxi de todo mundo.

Edmundo bonitão

Ao sair do treino certa vez, Amaral viu torcedoras elogiando Edmundo por causa de uma foto no outdoor. Amaral deu risada e foi brincar com o atacante. Edmundo respondeu que Amaral nem sabia o que era um outdoor. “É claro que sei, é a barraquinha de cachorro-quente”.

Parça do Vampeta

Vampeta deve uma ao Amaral
Vampeta deve uma ao Amaral

Em 1998, Amaral já estava no Corinthians e viveu uma situação curiosa com Vampeta. O técnico Vanderlei Luxemburgo chamou o elenco para uma reunião surpresa à noite, mas Vampeta estava bêbado. Amaral era seu companheiro de quarto e teve uma ideia “genial”: escondeu Vampeta embaixo da cama. Ninguém encontrou o jogador, mas isso não deve ter resolvido totalmente o problema.

Craque da África do Sul

Antes de um amistoso pela Seleção Brasileira, Amaral desembarcou em Joanesburgo e soltou uma pérola ao dar entrevistas. Um jornalista perguntou sobre o Apartheid – regime de segregação racial – no país. Amaral não entendeu nada e só respondeu: “se é um jogador perigoso, posso fazer a marcação individual”.

Amaral na Indonésia

O ex-volante realmente passou apuros quando saiu do Brasil. Além de nunca ter brilhado fora do Brasil, ele viveu situações curiosas. Na Indonésia, por exemplo, comeu um rato achando que era galinha. Só percebeu quando foi pedir mais um prato e viu que a galinha tinha rabo.

Que momento!

Chupa, Facebook!
Chupa, Facebook!

Quem é fã de futebol e usou o Orkut sabe que uma das comunidades mais legais era “Amaral marcando Zidane”. Bastou a foto desse momento e a simples legenda “este momento tem de ser lembrado” para que todos quisessem fazer parte da homenagem.

Xavequeiro

Amaral tem bom gosto
Amaral tem bom gosto

Em uma participação na programação da Fox Sports, Amaral resolveu brincar com a repórter Helena Calil. “Você tá esperando o ônibus? É que você tá no ponto”, disparou. Depois, em outra participação no mesmo canal, a “vítima” foi Marina Ferrari. Amaral ia fazer uma chamada para o programa da apresentadora, que começava 0h. Em vez de dizer que ia assistir, ele disparou: “meia-noite vou sonhar com você, Marina”. Imagina ele xavecando as musas da Fazenda nesse nível!

Choro de vitória

Nem todas histórias legais de Amaral são engraçadas. Neste ano, ele voltou a jogar pelo time da sua cidade e conseguiu ajudar o Capivariano a escapar do rebaixamento. Após a última partida, ele chorou em campo, feliz por ter superado todas dificuldades criadas pela idade (42 anos) e pela desconfiança da torcida. Foi um lindo fim de carreira para um jogador tão feio e com histórias tão bonitas.

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