33 vídeos de “poliglotas” da bola (brasileiros e estrangeiros)

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Jogar futebol fora do seu país de origem, às vezes, não tem muito segredo.

O difícil mesmo é se COMUNICAR. :P

Chega um repórter e te faz falar italiano e inglês na mesma entrevista, por exemplo:

Pior se você não estiver muito preparado e acabar virando piada no seu país.

Como aconteceu com o Joel…

…o Anderson…

…e o Luxemburgo, lembra?

Eles não tiveram a sorte de ter um Kaká para traduzir…

…ou um Lucas Piazon:

Claro que não são apenas os brasileiros que passam por essas situações.

Até Cristiano Ronaldo já virou piada dando entrevista longe de casa:

Mas anos depois deu o troco ensinando pronúncia:

Em certos momentos, tudo o que se quer é um tradutor.

Já em outros, você até corrige o tradutor:

No Brasil, já fizemos nosso bullying com estrangeiros falando português também, claro!

 

Mas adoramos ver um “gringo” tentando falar português.

Ainda mais se a língua nativa for complicada. Zizao tentou…

Quem sabe se ele ficasse por aqui mais alguns anos, é questão de treinar…

Casado com uma brasileira e amigo de brasileiros no Real Madrid, Seedorf já chegou fluente:

Já o primo dele, que foi contratado pelo Alecrim (RN), precisou de umas aulas de “boleirês” na chegada…

Mas logo se soltou:

Petkovic é outro caso marcante.

Quando chegou, falava só espanhol…

…mas depois de alguns anos o gringo já dominava até os palavrões!

(com naturalidade e pronúncia perfeita, diga-se de passagem)

Hoje, nada mais estranho do que ouvi-lo falando sérvio:

No entanto, essa história de quebrar a barreira linguística não é de hoje.

Na década de 80, o japonês Kazu, ex-Santos, Juventus-SP e XV de Jaú-SP, já arriscava o português.

Tanto que fez Márcio Canuto vestir quimono e contou sobre a admiração por duas coisas no Brasil: praia e mulher de tanguinha. 8)

Além de Kazu, outro oriental improvável já deu entrevista em português: Jong Tae-Se.

O japonês naturalizado norte-coreano, também conhecido como “Rooney asiático”, aprendeu a língua com amigos imigrantes na infância…

…e não perdeu a oportunidade de usar seus conhecimentos para brincar com o time de Dunga antes da Copa de 2010:

Bem menos confiante no português, o francês Malouda, casado com uma brasileira, se enrolou para mostrar o que sabe da língua…

(Mas dizem que um dia ele vem jogar no Brasil…)

Outro francês mais famoso, ninguém menos que Thiery Henry, tem simpatia pelo Vasco e dizem que consegue até cantar o hino.

O que sabemos é que ele não faria feio na torcida cruzmaltina, já que sabe pelo menos gritar “Vaaaaaasco, Vaaaaasco”:

Falar português pode ajudar profissionalmente, que o diga o sueco Sven-Goran Eriksson, que treinou por muitos anos o Benfica e tem casa em Portugal.

Ele chegou a ser mencionado na imprensa brasileira em tempos de campanha por técnicos estrangeiros na seleção.

Apesar do currículo não ser lá essas coisas, o português avançado poderia ser um diferencial:

Quem também aprendeu a se virar em Portugal foi o polonês Andrzej Juskowiak (imagine um polonês falando com sotaque de português)

Para completar o time de poliglotas, uma menção ao cabo-verdeano naturalizado suíço Gelson Fernandes. Evidentemente ele fala português, língua do seu país de origem.

Também pode ter aprendido muitas línguas na Suíça, país com quatro idiomas oficiais. Fato é que, segundo este artigo, ele dominava 7 línguas já aos 21 anos de idade. Será?

Para quem chegou até aqui, um bônus: “gringos” improváveis arriscando o português em outros esportes. \o/

No basquete, temos o caso clássico do americano Larry Taylor, já naturalizado:

E o também americano Shammel, que, apesar de nunca ter defendido nossa seleção, já cansou de se declarar brasileiro e se recusa a dar entrevista em inglês por aqui:

No handebol, o treinador dinamarquês Morten Soubak, no comando da seleção feminina desde 2009…

No vôlei, a americana Stacy Sykora…

…e também americana Kristin Richards…

…a búlgara Elitsa Vasileva…

…e a Logan Tom, também americana – mas esta, só quando está com vontade!

Em todo caso, parabéns a eles pelo esforço!

(Isso porque nem mencionamos os novos baianos da Alemanha na Copa…)

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