10 piores brasileiros naturalizados, de Francileudo a Roger “pega, pega” Guerreiro

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Mazzola, Deco, Liedson, Paulo Rink e Marcos Senna. Essa é uma pequena lista de brasileiros que se naturalizaram, defenderam outros países e podem ter feito alguma falta para o time canarinho no passado. Recentemente, Diego Costa virou espanhol, causou polêmica e trouxe à tona uma pergunta: será que o Brasil vai sentir falta dele na Seleção?

Não dá para responder, mas dá para ter uma certeza: a maioria dos naturalizados não faz a menor falta para a Seleção Brasileira. Veja os dez piores a seguir:

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Nunca mais a Tunísia terá um jogador com tanto carisma

10º Francileudo Santos, tunisiano
Ser um destaque na seleção da Tunísia não é exatamente difícil. O maranhense precisou de pouco mais de um ano para despertar o interesse da confederação local, que conseguiu sua naturalização rapidamente. Depois ele até foi importante para a equipe campeã da Copa das Nações Africanas, mas em clubes nunca foi um jogador de grande destaque

9º Amauri, italiano
A boa fase de um atleta pode enganar muitos fãs, analistas e até técnicos de futebol. Amauri viveu um grande momento no Palermo e depois ameaçou repetir o sucesso na Juventus. Só isso já motivou os italianos a se esforçarem para naturalizá-lo, sendo que era preciso envolver até a esposa dele no processo. O Brasil também quis convocá-lo e foi criada uma polêmica semelhante ao que aconteceu com Diego Costa recentemente. Mas no final as duas seleções perceberam que se tratava apenas de mais um atacante comum

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Pelo menos o nariz é de turco mesmo

8º Mehmet Aurélio, turco
A pior cobrança de pênalti da história pode ter saído dos pés do ex-Marco Aurélio, que virou Mehmet para os turcos. Veja o vídeo do lance. Mas não podemos simplificar a carreira de um jogador a isso. Ele conquistou títulos na Turquia e no Brasil, quando ainda jogava no Flamengo

7º Sinha, mexicano
O baixinho meia até tem boa técnica, mas é muito irregular. Tanto que suas convocações nunca foram muito bem aceitas pelos mexicanos. Agora ele está com 37 anos e, por causa da péssima fase da seleção, voltou a ser convocado recentemente. Ou seja, realmente o México está de mal a pior

6º Alex Santos, japonês
É difícil explicar como ele disputou duas Copas do Mundo pelo Japão. Em 2002, foi uma surpresa convocada de última hora. Depois, em 2006, era um dos queridinhos de Zico. Mas o ídolo flamenguista sempre provou que seu talento como técnico é inversamente proporcial ao seu talento como jogador de futebol…

5º Alexandre Guimarães, costarriquenho
Foi mediano como técnico e como jogador de futebol. Dentro das quatro linhas, Alexandre até disputou uma Copa do Mundo em que a Costa Rica surpreendeu. Mas nunca impressionou para ir além do futebol costarriquenho. Como técnico, ele comandou, com pouco sucesso, a mesma seleção na Copa do Mundo de 2002.

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Benny nasceu no Brasil, foi criado nos EUA e revelado na Alemanha, no Hamburgo

4º Benny Feilhaber, americano
Carioca que pouco fala português, Benny tem um “soccer” digno dos americanos realmente. Ele é um meio-campista de pouca criatividade, mas é convocado com frequência para a seleção dos ianques. Porém, ainda é inacreditável ver um brasileiro ser reserva de um americano no futebol

3º Kevin Kuranyi, alemão
Além de ser um jogador medíocre, Kurany ainda protagonizou uma história curiosa: em 2008, quando vivia um dos seus melhores momentos, ele abandonou a delegação da Alemanha sem avisar os técnicos. Depois ele explicou que estava irritado por não ter sido relacionado para o jogo contra a Rússia

2º André Balada e companhia
Essa história merecia até um capítulo à parte: o “pastor” André Balada, Jonatas Obina, Daniel Martins e outros pernas de pau foram pagos para virar guineenses. Isso mesmo: a confederação de Guiné Equatorial, por pedido do técnico brasileiros Antônio Dumas, procurou atletas que tinham alguma ascendência distante, muito distante, que pudesse justificar uma naturalização. Quase 20 jogadores entraram nessa onda, mas isso só serviu para render uma boa história. Aliás, não só uma: Dumas fez o mesmo quando comandou Togo e naturalizou mais seis atletas pouco conhecidos

1º Roger Guerreiro, polonês
Como se fala “pega, pega” em polaco? Sem Geninho nem D’Alessandro, Roger até conseguiu algum sucesso na Polônia. Mas a lembrança que ele deixou no Brasil é terrível para os corintianos. Agora quem deve torcer por ele (ou se preocupar?) é o torcedor do Guaratinguetá, time que Guerreiro defenderá na Série A2 do Campeonato Paulista, em 2014.

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